Vivemos um tempo em que a psicologia e a fé cristã foram colocadas em lados opostos. Na academia, aprendemos que a fé deveria ficar do lado de fora do consultório. Na igreja, ouvimos que a psicologia anula o evangelho. Mas antes de Freud, houve Agostinho. Antes dos manuais diagnósticos, os Salmos já exploravam a alma.
Existe uma tradição de 1800 anos de cuidado cristão da alma que ficou esquecida e que não é inferior à ciência contemporânea. Ela a complementa. As competências desenvolvidas nesta formação incluem: compreender a alma humana a partir de uma antropologia cristã historicamente fundamentada; dialogar com as abordagens psicológicas contemporâneas sem abandonar os fundamentos da fé; distinguir com clareza o que é pecado, o que é sofrimento e o que é psicopatologia; aplicar práticas de cuidado da alma que integram psicoterapia e espiritualidade de forma ética; e acompanhar pessoas em seus processos de cura com profundidade clínica e sensibilidade pastoral.
Devido à amplitude dessa formação, os profissionais capacitados pela Pós em Psicologia da Religião atuam em consultórios, clínicas, igrejas, ministérios de aconselhamento, hospitais, capelania e instituições de ensino, servindo pessoas que buscam um cuidado que não fragmente corpo, alma e espírito.
Já o curso, a Pós-Graduação em Psicologia da Religião com ênfase em espiritualidade cristã, foi desenvolvido para psicólogos, profissionais de saúde mental, pastores e líderes que acreditam que a psicologia não nasceu contra a fé cristã, ela nasceu dentro dela.